quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Feliz natal e ano novo!


Cartão de Natal
Página Inicial do Google personalizada com Foto

Governo adia novo acordo ortográfico para 2016


O governo federal vai adiar para 2016 a obrigatoriedade do uso do novo acordo ortográfico. As novas regras, adotadas pelos setores público e privado desde 2008, deveriam ser implementadas de forma integral a partir de 1º de janeiro de 2013.
A reforma ortográfica altera a grafia de cerca de 0,5% das palavras em português. Com o adiamento, continuará sendo opcional usar, por exemplo, o trema e acentos agudos em ditongos abertos como os das palavras "ideia" e "assembleia".

Editoria de arte Folhapress
Além disso, o adiamento de três anos abre brechas para que novas mudanças sejam propostas. Isso significa que, embora jornais, livros didáticos e documentos oficiais já tenham adotado o novo acordo, novas alterações podem ser implementadas ou até mesmo suspensas.

"Há muita insatisfação. Ganhamos tempo para refletir, discutir e reduzir o número de regras irracionais", afirma o senador Cyro Miranda (PSDB-GO), que defendeu o adiamento e quer promover audiências com professores e embaixadores dos países de língua portuguesa na Casa. A maior pressão é de professores, que reclamam terem sido excluídos das discussões.

A decisão é encarada como um movimento diplomático, uma vez que o governo, diz o Itamaraty, quer sincronizar as mudanças com Portugal.

O país europeu concordou oficialmente com a reforma ortográfica, mas ainda resiste em adotá-la. Assim como o Brasil, Portugal ratificou em 2008 o acordo, mas definiu um período de transição maior.

Não há sanções para quem desrespeitar a regra, que é, na prática, apenas uma tentativa de uniformizar a grafia no Brasil, Portugal, nos países da África e no Timor Leste.

A intenção era facilitar o intercâmbio de obras escritas no idioma entre esses oito países, além de fortalecer o peso do idioma em organismos internacionais.

"É muito difícil querer que o português seja língua oficial nas Nações Unidas se vão perguntar: Qual é o português que vocês querem?", afirma o embaixador Pedro Motta, representante brasileiro na CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa).
A minuta do decreto do adiamento foi feita pelo Itamaraty. O texto precisa passar pela área jurídica da Casa Civil antes da assinatura da presidente Dilma Rousseff. 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1204152-governo-adia-novo-acordo-ortografico-para-2016.shtml

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

E-book: Estudos e Pesquisas Educacionais - volume 2



A publicação do segundo volume da coletânea de pesquisas em Educação, organizado pela Fundação Victor Civita, traz quatro estudos realizados em 2010 pela área de Estudos e Pesquisas Educacionais. Os artigos do trabalho enfocam principalmente questões ligadas à formação dos profissionais e à avaliação educacional.

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/12/e-book-estudos-e-pesquisas-educacionais.html

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Algumas ideias para os alunos criarem as suas mensagens de Natal

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Esta semana é sem dúvida uma boa altura para os alunos elaborarem as suas mensagens de Natal. Por isso podem acrescentar aos vossos recursos as minhas sugestões:
  • pizap – permite criar postais ou cartões
  • animoto – permite elaborar um vídeo de forma muito simples
  • picjoke – permite criar um postal de natal com modelos pré-definidos
  • Picasion – criar um gif animado
ou outro serviço/ferramenta que eles pretendam utilizar
Deixo aqui também um link onde se pode fazer o download de 21 músicas de natal que podem usar livremente e dois sites para pesquisar imagens:
flickrcc, que permite procurar imagens no flickr de forma temática, neste site convém utilizar palavras em inglês e que é uma boa forma de utilizarem imagens CC ainda este o vladstudio que tem imensas imagens lindíssimas que podem utilizar.
O site da vladstudio é também um excelente site para enviar e-cards.

Fonte: http://theblogteacher.blogspot.com.br/2012/12/algumas-ideias-para-os-alunos-criarem.html

Feliz Natal

O Natal é e será sempre tempo de…



Em meu nome e em nome do nosso Blog desejo a todos vocês, que nos acompanharam neste ano, suas famílias e amigos um Lindo e Feliz Natal!

Agradecimento especial ao vladstudio.com de onde foram tiradas estas imagens!

Fonte:http://theblogteacher.blogspot.com.br/2011/12/feliz-natal.html 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Entrevista com o educador português António Nóvoa


PARA O REITOR DA UNIVERSIDADE DE LISBOA, AS INSTITUIÇÕES DE HOJE CARREGAM A CARGA DE CAMINHÕES SOBRE RODAS DE BICICLETA. ELE DESTACA A NECESSIDADE DE CRIAR UM TEMPO PROBATÓRIO PARA OS PROFESSORES APÓS A GRADUAÇÃO

Beatriz Vichessi - Revista Nova Escola

António Nóvoa. Foto: Marina Piedade
António Nóvoa
Ele questiona os modelos que temos hoje no mundo escolar e julga boa parte deles ultrapassada. Propõe repensar os cursos de formação inicial e continuada dizendo que, realizados fora da escola e abordando conteúdos distantes da prática, eles não têm muita utilidade. Chama a atenção para um esquema que proporcione aos docentes uma experiência semelhante à residência médica a fim de que eles tenham um tempo supervisionado para aprender a ensinar.

Dono de um pensamento crítico apurado e atento aos problemas contemporâneos que incomodam o mundo da Educação – e resvalam na sociedade como um todo –, António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa e doutor em Educação pela Universidade de Genebra, reconhece que, atualmente, a escola é uma instituição frágil e sobrecarregada.

Ainda assim, ele pede fôlego, comprometimento e empenho de todos os educadores para elaborar uma nova revolução na área, já que as últimas grandes mudanças ocorreram há 100 anos e estão desatualizadas. Dentre muitas fontes para a tarefa, indica as novidades apresentadas pela Neurociência.

Em visita ao Brasil, Nóvoa palestrou para a equipe de NOVA ESCOLA e respondeu a várias questões. As principais delas, você confere na entrevista a seguir.

Há algum tempo, diz-se que a Educação tem a missão de salvar o mundo. Os educadores reclamam dessa responsabilidade. Eles têm razão?
ANTÓNIO NÓVOA 
Sim. Há uma espécie de valorização retórica dos professores. Pede-se de tudo a eles. Quem vai salvar o mundo? Quem vai assegurar o desenvolvimento de todos? Quem vai garantir o progresso? Para todas essas questões, a resposta é sempre a mesma, a Educação. Algumas instituições parecem caminhões enormes carregando toneladas, mas eles têm rodinhas de bicicleta no lugar de pneus grandes. A Educação assumiu muitas tarefas. É o fenômeno da escola transbordante. Alguém necessita fazer essas tarefas enquanto ninguém as quer e a escola tem de dar conta delas. Mas uma coisa é dizer que todas são missão da escola e outra é compreender que a instituição precisa cumpri-las enquanto outras esferas da sociedade não estiverem fortes. Quando isso ocorrer, teremos um compartilhamento que chamo de espaço público da Educação.

Como construir esse lugar?
NÓVOA 
No espaço público da Educação, a escola não está sozinha. Há outras instituições. Elas também têm responsabilidades educativas, culturais e científicas, entre outras. Temos de traçar um caminho de responsabilização visando essas esferas. Para isso, a sociedade precisa se arrumar de outra maneira, sem fazer de conta que crianças e adolescentes não são um problema, já que entre 8 da manhã e 6 da tarde estão quietos em um lugar, sob a supervisão de adultos.

No Brasil, o estágio docente é obrigatório, mas o modelo é falho, não contribui com a melhora da prática. Como resolver esse problema?
NÓVOA 
Jovens professores são deixados sem acompanhamento, sem apoio e sem controle. O adequado seria que ganhassem autonomia profissional aos poucos. Os mais experientes, desde que capazes, competentes e inovadores, deveriam ter um papel maior na formação dos novatos. Conheço um modelo que gostaria de ver replicado: o Centro Acadêmico de Medicina, da Universidade de Lisboa. Ele é formado por três instituições que estavam articuladas: a faculdade de Medicina, o centro de pesquisa e o hospital. As tarefas que competem a ele são ligadas à formação médica, à pesquisa e aos cuidados de saúde. Lá existem perfis variados de profissionais, uma maneira de assegurar que a ligação entre pesquisa, formação e profissão seja coerente. Vejo alguns problemas para isso se tornar realidade entre os professores. Um deles é o desprestígio da carreira e o outro o distanciamento salarial entre o educador que lida com crianças e jovens e o que leciona na universidade.

Para tentar resolver falhas da formação inicial, projetos de formação continuada têm crescido muito nos últimos tempos. Esse tipo de investimento vale a pena?
NÓVOA 
Cursos, seminários e outras coisas do gênero nem sempre melhoram o desenvolvimento profissional no que diz respeito à prática nas escolas. Não estou dizendo que eles sejam inúteis, mas é como fazer um mestrado: é positivo, dá prestígio, mas não faz um professor ser melhor. Nada indica, por si só, que o mestre em Educação seja melhor que o colega que não tem o título. O lugar da formação continuada é a escola. É um momento reflexivo, centrado em casos reais, para a construção de práticas pedagógicas.


Fonte: http://programajornaleeducacao.blogspot.com.br/2012/12/entrevista-com-o-educador-portugues.html

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O aluno e o saber



Ouvindo especialistas da área de educação, como Bernard Charlot e José Cerchi Fusari, esse programa da série Didática, da UnivespTV, mostra ainda cotidiano de algumas escolas e estudantes, para discutir os desafios de ensinar e de gostar de aprender.

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/12/o-aluno-e-o-saber.html

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Pensadores da Educação


Refletir sobre a educação é muito importante para conseguirmos melhoras e avanços, não é mesmo?

Muitos filósofos e estudiosos já escreveram sobre o assunto. O Educar reuniu os principais pensadores da educação. Quer conhecê-los?http://abr.io/pensadores-da-educacao

Grump e a reforma ortográfica



O cartunista Orlandeli disponbiblizou em seu blog um pequeno e-book com quadrinhos, com seu personagem Grump, sobre a reforma ortográfica. São tiras bem humoradas sobre o tema.

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/11/grump-e-reforma-ortografica.html

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

A AULA COMO ACONTECIMENTO - livro


Descrição do Produto 


Remetendo à aprendizagem e ao processo de ensino, circunscrevo aquela ao ambiente escolar, independentemente do nível de ensino: por  isso  os  exemplos  e  os  comentários  percorrem  diferentes momentos da escolarização, sem qualquer preocupação em definir de antemão  uma seriação  dos  problemas  a  serem  enfrentados  pelo aprendiz  e  pelo  professor.  Uma  reflexão  útil  num  momento  de escolarização não deixa de ser útil em outras circunstâncias. De fato, não acredito que em termos de linguagem um caminho único possa ser defendido, porque na língua tudo é complexo: aprende-se a língua num processo de vai e vem contínuo; as reflexões podem ser mais ou menos  aprofundadas,  dependendo crucialmente  dos  objetivos  mais imediatos da construção de compreensões ou da elaboração de textos dentro das suas condições discursivas de produção.

Na produção de todos  estes textos sempre tive um interlocutor privilegiado: o professor. Aliás, quase todos eles resultam de encontro com  professores,  cujas  contribuições,  com  perguntas,  críticas  e comentários foram retomadas em textos posteriores: alguns dos temas  ou focos  mais  precisos  são  palavras  alheias  tornadas  próprias  pelo esquecimento da origem. Como salientam vários textos de Bakhtin, em termos  de  linguagem  não  há  palavra  própria,  porque  todas  as palavras são patrimônio comum, cada uma delas sobrecarregada de vozes  e  sentidos.  Mas  é  com  elas  que  construímos  compreensões,rearranjando os já ditos para fazer surgir o novo: em linguagem, a repetição  é  já  outro  enunciado.  Que  o  diga,  por  exemplo,  o  Dom Quixote de Pierre Menard (Borges): repetindo Cervantes, não diz o mesmo que Cervantes disse.
Os  principais  pontos  de  partida  que  orientam  os  textos  e  que podem constituir o quadro de pressupostos assumidos previamente, nem  sempre  explicitados,  podem  ser  enumerados  em  enunciados simples:
1.  A  linguagem  é  uma  atividade,  e  as  línguas,  produtos  desta atividade, não são sistemas fechados e acabados. Porque usadas, as línguas estão sempre em construção.
2.  A  escola  é  um  lugar  de  aprendizagem  e  o  ensino  a  ela  se subordina, por isso este não pode definir suas seqüências, fixar um currículo (um caminho) e determinar desde sua organização o que e o quando algo deve ser aprendido. Quem está aprendendo é um sujeito falante, produtor de compreensões, com ritmos, interesses e história.
3.  A  linguagem  não  se  presta  apenas  à  comunicação.  É  nas interações com os outros que ela se materializa, não só a si mesma, mas também aos sujeitos que por ela se constituem, internalizando formas  de  compreensão  do  mundo,  construindo  sistemas  ântropo-culturais  de  referência  e  fazendo  com  que  sejamos  o  que  somos: sujeitos  sociais,  ideológicos,  históricos,  em  processo  de  constituição contínua.
Tentando  radicalizar  estes  três  pressupostos  (ou  princípios),  os textos refletem minhas posições a propósito das relações de poder que se desvelam na sociedade quer pela discriminação lingüística, quer  pela  imposição  de  normas,  cujos  sentidos  vão  muito  além  das necessárias fixações provisórias das formas. A introdução do conceito de erro ou a defesa de um purismo lingüístico, que às vezes beira ao ridículo, não são inocentes. Revelam outras relações sociais.
A defesa intransigente do direito à expressão não significa assumir um papel de testemunha desta expressão. Defendo que o professor, como um outro do aluno, torne-se deste um co-enunciador, um co-autor de textos, aumentando a experiência lingüística do aluno pelo convívio com a experiência do professor e dos autores trazidos à roda de conversa que é cada aula de língua materna.
Por  fim,  é  preciso  acrescentar  que  este  livro  tem  como  seus antecedentes O Texto na Sala de Aula (Editora Ática), Portos de Passagem (Editora Martins Fontes) e Linguagem e Ensino (Editora Mercado de Letras), dos quais é uma continuidade, com retomadas que pretendem aprofundar questões já tratadas ou enfrentar questões não focadas nos livros  anteriores.  Como  cada  um  dos  textos  foi  escrito  de  forma independente, algumas repetições permaneceram para dar unidade e completude à argumentação.

Informações Adicionais

Autor João Wanderley Geraldi
Ano de Publicação 2010
Páginas 208
Tamanho 16x23
ISBN 978-85-7993-021-8

Fonte: http://www.pedroejoaoeditores.com.br/estudos-da-linguagem/a-aula-como-acontecimento.html

PARA UMA FILOSOFIA DO ATO RESPONSÁVEL - livro

Descrição do Produto

Um termo chave em todo trabalho de Bakhtin é edinstvennji, singular, irrepetível, excepcional, incomparável, sui generis.
Diferentemente da direção tomada pela modernidade, que construiu um indivíduo egoísta, a construção da unicidade singular em Bakhtin exige a alteridade e o compromisso com o outro; uma singularidade em ligação com a vida do universo inteiro, que inclui na sua finitude o sentido do infinito.
É possível conhecer o singular? Que compromissos é possível assumir desde o lugar único que cada ser ocupa? Estas questões são centrais neste trabalho, e tocam diretamente a vida de cada um, afirmando a diferença singular, e um compromisso ético sem-álibi algum.
Quando Para uma filosofia do ato responsável, escrito no início da década de 1920, veio a público pela primeira vez, em 1986, causou certa perplexidade entre os leitores de Bakhtin: a linguagem ocupava lugar pequeno no texto, a grande metáfora do diálogo não era mencionada, não havia igualmente qualquer referência ao riso e à cultura carnavalesca e o único exemplo do texto era um poema lírico que, segundo o entendimento de alguns, era um gênero desprezado por Bakhtin.
Aparentemente, era um outro Bakhtin o autor do texto. Era um filósofo que se mostrava; e não o crítico da literatura e da cultura, o estudioso de Dostoiévski e Rabelais ou o teórico do romance com quem seus leitores estavam acostumados.
O avançar das leituras e releituras e o trabalho de vários autores mostraram os vínculos estreitos de Por uma Filosofia do Ato Responsável com os outros textos de Bakhtin. Houve, sem dúvida, desdobramentos e refinamentos do conceitual bakhtiniano ao longo das cinco décadas de sua produção. Por uma Filosofia do ato responsável contém (em gérmen, é verdade, considerando seu caráter de rascunho fragmentário) as coordenadas que sustentarão boa parte do edifício posterior: a eventicidade (o irrepetível), o sempre inconcluso (o que está sempre por ser alcançado), o antirracionalismo (o antissistêmico), o agir (o interagir) e, acima de tudo, o axiológico (o vínculo valorativo).

Autor Mikhail Bakhtin
Ano de Publicação 2010
Páginas 160
Tamanho 12x21
ISBN 978-85-79930-09-6

Fonte:  http://www.pedroejoaoeditores.com.br/estudos-da-linguagem/para-uma-filosofia-do-ato-responsavel.html

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Sugestões de estudos úteis à leitura de “Para uma filosofia do ato”


Clique sobre os atalhos para ver o texto: 
Fonte: http://netlli.wordpress.com/2011/09/30/sugestoes-de-estudos-uteis-a-leitura-de-para-uma-filosofia-do-ato/

O que define um bom currículo?



"Olhar o currículo é mergulhar no próprio sistema da educação, que é um sistema complexo. Envolve pai, aluno, envolve responsabilidade social, todos os aspectos que dizem respeito à própria vida da escola", afirma Katia Smole, Coordenadora Geral do Mathema, no vida acima, em que ela faz uma conferência sobre a temática do currículo. Ela esclarece a complexidade da questão, observando as dimensões explícitas e implícitas do currículo. Como estão as mídias são tratadas no currículo de sua escola, professor?

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/11/o-que-define-um-bom-curriculo.html

Paulo Freire: Pedagogia da Esperança



O vídeo acima, realizado por estudantes da Universidad Nacional da Colômbia, procura apresentar as ideias principais do livro Pedagogia da Esperança, de Paulo Freire.

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/11/paulo-freire-pedagogia-da-esperanca.html

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

58º FEIRA DO LIVRO PORTO ALEGRE



Ao chegar à 58ª edição, a Feira do Livro de Porto Alegre ocupa novamente a Praça da Alfândega e o Cais do Porto (Área Infantil e Juvenil), com a expectativa de receber mais de 1,7 milhão de visitantes.
"espaço reservado na agenda dos gaúchos a cada primavera"

Ao longo dos 17 dias de evento, o público pode participar das diversas atividades oferecidas para todas as faixas etárias. São centenas de sessões de autógrafos e de programações culturais, tendo como norte o livro, a leitura e a literatura. No decorrer da Feira, ocorrem debates, mesas-redondas, seminários, encontros com autores, oficinas, leituras, contações de histórias e programações artísticas inteiramente gratuitas em um ambiente democrático, participativo e inclusivo.
Dando continuidade à novidade apresentada em 2011, nesta edição os dias temáticos estão divididos da seguinte forma: Bibliotecas (26/10), Jorge Amado (27/10), Bem Viver (28/10), Cuba (29/10), Viagem (30/10), Poesia (31/10), Imagem e Literatura (1º/11), América Latina (2/11), HQ (3/11), Literatura Fantástica (4/11), Rio Grande do Sul (5/11), História (6/11), Humor (7/11), Música (8/11), Cultura Popular (9/11), Novos Leitores (10/11) e Consciência Planetária (11/11). Diariamente, está prevista pelo menos uma atividade temática na programação.

HISTÓRICO

Foi sob o slogan “Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo” que nasceu a Feira do Livro de Porto Alegre, em 1955. A partir do esforço de um grupo de livreiros, mobilizados pelo jornalista Say Marques, que havia visitado uma feira semelhante na Cinelândia, no Rio de Janeiro, 14 barracas foram instaladas na então denominada Praça Senador Florêncio, hoje Praça da Alfândega. Foi a primeira vez que os livros ocuparam o espaço embaixo dos jacarandás floridos, no coração da capital gaúcha.
A ideia de vender livros ao ar livre era justamente para quebrar o tabu de que a livraria era um lugar de elite. Os livreiros queriam popularizar o livro e incentivar a leitura, e, aos poucos, o objetivo foi alcançado. Logo na segunda edição, em 1956, surgiram as sessões de autógrafos. A iniciativa que começou de maneira informal, para aproximar escritores e leitores, se transformou em uma das principais atrações.
No decorrer dos anos, muitas tradições se mantiveram, outras se renovaram, a Feira ampliou os seus limites, consolidou a sua programação cultural e modernizou-se. Hoje, é reconhecida nacional e internacionalmente como o maior evento do gênero a céu aberto nas Américas.
Em 2006, a Feira do Livro recebeu a Medalha da Ordem do Mérito Cultural, concedida pela Presidência da República.
Em 2010, foi registrada como patrimônio imaterial da cidade de Porto Alegre pela Secretaria Municipal de Cultura.

Programação deSTA sexta-feira:

      HORA DO EDUCADOR



AGENDAMENTO ESCOLAR
                        

O AUTOR NO PALCO.

Encontro de escritores e ilustradores com alunos d(...)
Teatro Sancho Pança - Armazém B do Cais do Porto (15h30)                     
Fonte:           http://www.feiradolivro-poa.com.br/a-feira    

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Concurso Cultural Educonex@o 2012




O concurso cultural Concurso Cultural Educonex@o 2012 – Participação Social teve sua inscrição prorrogada até o próximo dia 19. Clique na imagem para ir ao site com mais informações.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Palestra de António Nóvoa


Falando no SINPRO-SP, este sindicato está disponibilizando, como publicação digital, a palestra do educador português António Nóvoa, “Desafios do trabalho do professor no mundo contemporâneo”, ministrada em São Paulo, em 2006.

Durante sua fala, Nóvoa aponta para vários questionamentos importantes com respeito à educação, como, por exemplo, sobre o papel escola, defendendo que ela se concentre na aprendizagem.

Há hoje [na escola] um excesso de missões. A sociedade foi lançando para dentro da escola muitas tarefas – que foram aos poucos apropriadas pelos professores com grande generosidade, com grande voluntarismo –, o que tem levado em muitos casos a um excesso de dispersão, à dificuldade de definir prioridades, como se tudo fosse importante. Muitas das nossas escolas são instituições distraídas, dispersivas, incapazes de um foco, de definir estratégias claras. E quando se enuncia cada uma dessas missões ninguém ousa dizer que não são importantes. Mas a pergunta que se deve fazer é: a escola pode fazer tudo? É preciso combater esse ‘transbordamento’. Tudo é importante, desde que não se esqueça que a prioridade primeira dos docentes é a aprendizagem dos alunos. [...]

É preciso insistir na idéia de centrar o foco na aprendizagem e que essa aprendizagem implica em alunos e conhecimentos. Ela não se faz sem pessoas e uma referência às suas subjetividades, sem referências aos seus contextos sociais, suas sociabilidades. Mas ela também não se faz sem conhecimentos e sem a aprendizagem desses conhecimentos, sem o domínio das ferramentas do saber que são essenciais para as sociedades do século XXI, que todos querem ver definidas como sociedades do conhecimento. [...]

A escola centrada na aprendizagem tem que saber fazer, inevitavelmente, três coisas, entre muitas outras. A primeira foi o grande debate francês dos últimos dois anos, baseado na ideia de um patamar comum de conhecimentos. [...] Falar de um patamar comum de conhecimentos é também falar de um compromisso ético dos professores, compromisso ético com esse sucesso. E os professores muitas vezes, infelizmente, não tiveram esse compromisso ético. Ainda hoje em Portugal, a profissão de professor muitas vezes reconhece como os melhores aqueles que reprovam mais alunos. Cabe falar também da importância dos resultados escolares. Não há patamar comum de conhecimento se não houver a avaliação dos resultados escolares. Uma escola centrada na aprendizagem é aquela que o professor dá a melhor atenção aos resultados escolares dos alunos.”
     Fonte:  http://blog.midiaseducacao.com/2012/11/palestra-de-antonio-novoa.html

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Coletânea Diários de Edgar Morin

rQuem é Edgar Morinios de Edgar Morin
Edições SESCSP

Diário da Califórnia
Numa narrativa que mistura o rigor da teoria com divertidos acontecimentos, desafiando com seu Diário os cânones estéticos e ideológicos que procuravam limitar a arte apenas à ficção, o autor foi buscar na Califórnia dos anos 1960/1970 elementos para dar corpo a suas ideias, e lá conviveu com Jacques Monod - bioquímico e biólogo - e John Hunt - biólogo - dentre outros cientistas e pesquisadores que tinham como ponto comum desenvolver suas pesquisas e estudos com uma preocupação humanitária com o individuo.



Um ano Sísifo

Com subtítulo Diário sobre o fim do século (1994), Um ano sísifo faz uma analogia com o mito de Sísifo. Um ano sísifo na história de um planeta cujas esperanças caíram e onde tudo parece ter que começar do zero. Um ano sísifo na vida de um homem (o autor) onde todas as resoluções para reformar sua vida afundam e que deve partir do ponto zero. Esse diário caleidoscópico é ao mesmo tempo um espelho dos acontecimentos do mundo e o espelho daquele que os anota. Como o ponto singular de um holograma que traz em si o todo do qual ele faz parte, Edgar Morin viveu o ano sísifo de 1994.



Chorar, amar, rir, compreender


Trata-se, no cotidiano, de resistir á barbárie humana de uma época cruel, devido à incapacidade generalizada de ver a vida e o mundo além da linearidade, da previsibilidade e fragmentação.

A guerra dos Balcãs é um dos principais panos de fundo que ocupam muitas reflexões do texto, além da guerra étnica e o massacre em Ruanda. Assuntos de saúde de sua mulher Edwiges com implicações do comportamento dos profissionais da medicina abalaram profundamente o autor. Também neste contexto entram as viagens, conferencias, debates dentre outros.


:: Em breve os livros estarão disponíveis na Loja Sesc das unidades e também para compra online aqui

Edgar Morin, pseudônimo de Edgar Nahoum, nasceu em Paris, em 8 de julho de 1921. Fez seus estudos universitários em História, Sociologia, Economia, Filosofia. Licenciou-se em História, Geografia e Direito. Durante a Segunda Guerra participou ativamente da Resistência Francesa. Diretor de Pesquisa Emérito do CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique). Em 1991 tornou-se codiretor do Centro de Estudos Transdisciplinares de Sociologia, Antropologia, História (CETSAH) tutelado pela EHESS (École des Hautes Études em Sciences Sociales) e pelo CNRS e que em 2008 passa a se chamar Centre Edgar Morin em sua homenagem. Doutor Honoris Causa por mais de 30 universidades e premiado internacionalmente. Autor de mais de 50 livros traduzidos em 27 línguas, em 42 países. Durante 20 anos consagrou-se à pesquisa de um método apto a encarar o desafio da complexidade que se impõe na contemporaneidade não apenas ao conhecimento científico mas também aos nossos problemas humanos, sociais e políticos. Esta pesquisa culmina com a proposta de uma reforma do pensamento apresentada por meio de seus livros divididos em macrotemas. Com mais de 60 livros publicados, destacamos O Método (composto por seis volumes), Ciência com consciênciaSociologiaIntrodução ao pensamento complexoO homem e a morte,O paradigma perdido e a natureza humanaPara sair do Século XXPensar a EuropaTerra PátriaO mundo moderno e a questão judaicaPolítica de civilizaçãoCultura e barbárie europeiaO X da questãoA religação dos saberes,Os sete saberes para uma educação do futuroMinha esquerdaMeu caminho dentre outrosO ano zero da Alemanha (seu primeiro trabalho), O caminho da esperança (escrito com Stéphane Hessel).


sábado, 27 de outubro de 2012

O internetês



Vídeo realizado e produzido pelo Grupo Gestor de Técnologia da Educação da Unicamp - GGTE, com roteiro do professor Marcelo El Khouri Buzato. A proposta é abordar o chamado internetês, a linguagem escrita utilizada na internet.

Fonte: http://blog.midiaseducacao.com/2012/10/o-internetes.html

terça-feira, 23 de outubro de 2012

CURSO SOBRE O ACORDO ORTOGRÁFICO - com CLÁUDIO MORENO



    • Local: Casa de Ideias - Shopping Total Alameda dos Escritores, prédio 2 - 4°andar - Porto Alegre/RS
      Fone: [51] 3018 7740 
      e-mail: contato@casadeideias.com


  • As mudanças que o Acordo Ortográfico introduziu em nossa maneira de escrever.

    As bases de nossa ortografia. As reformas de 1943 e 1971 e o Novo Acordo. Consequências diversas para o Brasil e para Portugal. Alterações introduzidas na acentuação e no emprego do hífen. O Vocabulário Ortográfico: a Academia Brasileira de Letras e sua interpretação particular do Acordo. Perspectivas.
    _____________________

    TURMA NOITE
    QUARTAS-FEIRAS | 24 OUT - 31 OUT - 07 NOV
    das 19:30 às 21:00
    _____________________

    Valor: R$ 180* - (parcelamento no cheque ou no cartão)
    * Desconto especial para PROFESSORES, UNIVERSITÁRIOS E VESTIBULANDOS 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Com ajuda da internet, estudantes do Rio escrevem livro em coautoria com Ziraldo


“Ler e escrever é tão importante quanto respirar” é o lema de Ziraldo, que há mais de cinquenta anos desperta a curiosidade de crianças e adolescentes que mergulham em suas histórias. Dessa vez, o estímulo dado pelo autor foi para que o público infanto-juvenil contasse suas próprias histórias ilustradas pelo famoso desenhista.
  • Alunos do 5° ano da escola Tia Neuma Gonçalves
Com o tema “Rio: Conhecer para Cuidar”, cerca de 13 mil alunos da rede de ensino carioca Santa Mônica Centro Educacional escreveram sobre a cidade a partir de 20 desenhos do cartunista.
O desafio dos alunos era o de escrever sobre suas experiências no Rio de Janeiro. Os alunos deveriam explorar não só coisas boas, mas deveriam também ter uma visão crítica sobre os problemas que a cidade enfrenta.
A proposta é parte do projeto Oficina do Texto, do Portal Educacional, que convida autores renomados para serem coautores com alunos de escolas conveniadas ao portal.

“Sou autora do livro”, diz aluna

“Adoro passear no Jardim Botânico, pois vejo flores e plantas de todas as partes do Brasil”, escreve Samara Viana, 10, aluna do 5º ano da escola Tia Neuma Gonçalves, no Complexo Desportivo da Vila Olímpica da Mangueira (zona norte do Rio).
A menina conta que não conhece muitos dos lugares turísticos no Rio, mas que pelas ilustrações de Ziraldo foi possível imaginar como são. “Eu sou autora do livro”, fala com entusiasmo.
Meus pais sabem que eu estava escrevendo um livro, eles acham legal. É uma coisa que fiz e vou guardar para vida inteira
SAMARA VIANA, 10, coautora de livro com Ziraldo
A turma de Samara foi a primeira da escola na Mangueira a receber os livros produzidos pelos mais de 600 alunos da unidade, que têm entre 6 e 13 anos. Cada estudante recebeu um livro com as histórias que escreveu e as ilustrações de Ziraldo.
A produção do livro mobilizou os 20 professores da escola. O processo levou cerca de quatro meses e começou na sala de aula, na disciplina de produção textual. Toda semana os estudantes tinham um tempo de 50 minutos para discutir sobre o tema e escolher as ilustrações. Depois montaram o livro no computador através de uma ferramenta online do portal.
Patrick da Silva, 12, colega de Samara, foi um dos que ajudou a muitos alunos a trabalhar na ferramenta online para produzir o livrinho. Ele conta que sabe mexer no computador, mas tinha amigos que precisavam de ajuda. “Eu ajudei algumas turmas de todas as idades e também ajudei aos professores”, disse.